Foi-se o tempo....
O ano termina com se a vida desse um tempo...
Tempo que não tive para dizer certas coisas...
Para certas pessoas.
Tristezas e alegrias que agora não se bastam...
Foram-se como o tempo vai...
Mas não foram como o tempo quis.
O tempo que é meu tempo e sou só eu
Quem dele cuida e controla...
O meu tempo não é o seu tempo...
Vivo sempre com os acréscimos que ele me dá...
No limite.
É no limite para fazer o que o tempo não quer...
Mas o que eu quero...
E como eu quero que esse tempo pare
Para dizer que o tempo não para
Ele apenas dá um tempo...pra você pensar
Que no ano que vem o tempo será diferente
E que você, como eu, queremos que o tempo seja...
Um tempo de muita felicidade e de sorriso largo!
Não de importância. O tempo é dos outros,
se você não domina o teu o mundo te faz parar.
E daí?
Foi-se o tempo ou a vida?
Geraldo Doni Júnior
sábado, 17 de dezembro de 2011
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
• Respostas.
• Os deuses jamais morrerão, fazem parte dos homens que sem eles não vivem, são intrínsecos, quase unos. Interiorizar o culto nada significa. Basta você respeitar a si mesmo e acreditar, posto que nós somos mesmo a síntese Divina. Depois que o homem se entender como Deus...Ele não vai precisar de outros deuses...
• Os deuses jamais morrerão, fazem parte dos homens que sem eles não vivem, são intrínsecos, quase unos. Interiorizar o culto nada significa. Basta você respeitar a si mesmo e acreditar, posto que nós somos mesmo a síntese Divina. Depois que o homem se entender como Deus...Ele não vai precisar de outros deuses...
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
PARTIDA
Quando pensamentos estranhos me roubam a calma, peço que a luz Divina penetre os alvéolos brancos de minha janela imaginária.
Vejo ao fundo, asas livres e orientadas e ouço o hino que canta o bem-te-vi. Vou buscar essas asas e voar livre, cantando o pouco que sei de felicidade!
Da dor da minha coragem, todos que não cresceram amadurecerão e aprenderão o seu vôo, sem dependência. Passarão a viver seus próprios valores, sem se imiscuir em valores outros que não são seus!
Com certa demora, aprenderão cânticos de independência e interpretarão suas próprias partituras. Os solos serão seus. E serão seus próprios heróis! Rirão, talvez, tarde.
Após algum sofrimento, sentirão o hálito das manhãs e identificarão as diferenças das estações.
Alguns dirão: por que demorei tanto? Outros, talvez, ainda, façam da perda uma ilusória raiva incontida, mágoa virtualmente engolida, porque a infância do adulto dependente ainda é boa na sua imaginação.
Mas ao saberem que têm virtudes próprias e podem prover a si próprios, tudo que até então deprimia, revela-se saudável e estimulador, transformam-se e reconhecem.
A solidão revela potenciais escondidos e mais tarde, se agradecimentos não vierem saberei, mesmo assim, que meu agir foi correto. De uma forma ou de outra, contribui para uma libertação!
A busca pelo que se tem ou não se tem está dentro da alma de cada um! É uma questão de opção. Mas, o mais importante é ser!
Geraldo Doni Júnior
24/11/2011.
Quando pensamentos estranhos me roubam a calma, peço que a luz Divina penetre os alvéolos brancos de minha janela imaginária.
Vejo ao fundo, asas livres e orientadas e ouço o hino que canta o bem-te-vi. Vou buscar essas asas e voar livre, cantando o pouco que sei de felicidade!
Da dor da minha coragem, todos que não cresceram amadurecerão e aprenderão o seu vôo, sem dependência. Passarão a viver seus próprios valores, sem se imiscuir em valores outros que não são seus!
Com certa demora, aprenderão cânticos de independência e interpretarão suas próprias partituras. Os solos serão seus. E serão seus próprios heróis! Rirão, talvez, tarde.
Após algum sofrimento, sentirão o hálito das manhãs e identificarão as diferenças das estações.
Alguns dirão: por que demorei tanto? Outros, talvez, ainda, façam da perda uma ilusória raiva incontida, mágoa virtualmente engolida, porque a infância do adulto dependente ainda é boa na sua imaginação.
Mas ao saberem que têm virtudes próprias e podem prover a si próprios, tudo que até então deprimia, revela-se saudável e estimulador, transformam-se e reconhecem.
A solidão revela potenciais escondidos e mais tarde, se agradecimentos não vierem saberei, mesmo assim, que meu agir foi correto. De uma forma ou de outra, contribui para uma libertação!
A busca pelo que se tem ou não se tem está dentro da alma de cada um! É uma questão de opção. Mas, o mais importante é ser!
Geraldo Doni Júnior
24/11/2011.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
INSÔNIA
Já faz tempo que aqui não me sento. Não sei se falta tesão, reflexão ou paixão. Esse bloguinho me foi tão companheiro. Ouviu,leu e escreveu minhas doces e amargas palavras, minhas doces e amargas aventuras, foi ao tempo comigo, enxugou minhas lágrimas e animou o meu prazer. Verdade! É só olhar para trás, páginas antigas que ainda reverberam sons que não mais esquecerei. Lembro de tudo que escrevi, do que gostei e do não gostei, do que postei e do que não devia ter postado, mas postei.
Os poucos que leram comentaram. Nao ouvi opiniões. Nenhum sim e nenhum não. Mas porra, os caras me conhecem, poderiam ter dito alguma coisa do tipo: "tava arriado aquele dia heim mano veio". Tá jogando a toalha? Ou ainda, tá comendo bem heim, tá até fazendo poesia...Mas penso que não entenderam alguns dramas ali colocados e que têm feito parte da minha vida inconstante.
Mal termino estas frases e recebo uma mensagem de quem sei que gosta de mim, dizendo: conversei com voce ao celular e percebi que você não estava bem, é verdade? Outra pessoa que também sei que gosta de mim, ligou-me para saber se eu estava bem, pois haviamos conversado um pouco antes e ela disse que percebera uma certa distonia entre eu de ontem e eu de hoje.
De fato meus tons estão diferentes, mais amargos, incompreendidos, esmaecidos. Minha frequência está mais alta, meus chacras desequilibrados, minha pressão está alta e alta, minha cabeça pendente para dentro do cérebro, nem chego a pensar em sexo, sequer em seu cheiro. Mas quando estou comigo estou bem, sou companheiro e me entendo. Duas rodadas de terapia me farão bem pra saber que caminho tomar, já conversei com meu médico, pra variar mais remédios, e algumas bombas de demolição, amostra grátis...saiam da frente.
Não fume, beba pouco, durma cedo, só faltou dizer não trepe! E se ele tivesse dito? Qual seria minha reação? Meus Deus! Não trepar? Deve ser um martírio virginal. Se um cara não trepa o que mais tem ele pra fazer na vida? Já sei. Comprar um Lap Top, que nem eu e ficar escrevendo essas baboseiras. Claro é a luz que brilha durante o dia...veja bem isto. Eu estou é angustiado, talvez decepcionado, tenho me sentido assim. Porisso não estou trepando. O mundo tem me pregado peças, mas não me surpreendido, só que o corpo está sentindo junto com a alma. Meus valores têm sido contestados. A dignidade e o trabalho, parecem que não fazem mais parte do jogo de homens como eu. O confronto às vezes magoa. E a indiferença torna iníquo o carinho já vertido. Busco nas minhas entranhas uma razão para tanta babaquice. Sou daqueles que pensa que todo trabalho é digno e que enaltece. Penso que a inércia é traiçoeira e confusa. Sei também que a boa alma caminha cuidadosa, branda de ternura vai descansar...sua consciência tranquila adormece. Sei tambem que bons amigos vertem no verde e apalpam tuas nádegas para te dar a direção do norte onde você deve chegar. É você quem vai...?
Os poucos que leram comentaram. Nao ouvi opiniões. Nenhum sim e nenhum não. Mas porra, os caras me conhecem, poderiam ter dito alguma coisa do tipo: "tava arriado aquele dia heim mano veio". Tá jogando a toalha? Ou ainda, tá comendo bem heim, tá até fazendo poesia...Mas penso que não entenderam alguns dramas ali colocados e que têm feito parte da minha vida inconstante.
Mal termino estas frases e recebo uma mensagem de quem sei que gosta de mim, dizendo: conversei com voce ao celular e percebi que você não estava bem, é verdade? Outra pessoa que também sei que gosta de mim, ligou-me para saber se eu estava bem, pois haviamos conversado um pouco antes e ela disse que percebera uma certa distonia entre eu de ontem e eu de hoje.
De fato meus tons estão diferentes, mais amargos, incompreendidos, esmaecidos. Minha frequência está mais alta, meus chacras desequilibrados, minha pressão está alta e alta, minha cabeça pendente para dentro do cérebro, nem chego a pensar em sexo, sequer em seu cheiro. Mas quando estou comigo estou bem, sou companheiro e me entendo. Duas rodadas de terapia me farão bem pra saber que caminho tomar, já conversei com meu médico, pra variar mais remédios, e algumas bombas de demolição, amostra grátis...saiam da frente.
Não fume, beba pouco, durma cedo, só faltou dizer não trepe! E se ele tivesse dito? Qual seria minha reação? Meus Deus! Não trepar? Deve ser um martírio virginal. Se um cara não trepa o que mais tem ele pra fazer na vida? Já sei. Comprar um Lap Top, que nem eu e ficar escrevendo essas baboseiras. Claro é a luz que brilha durante o dia...veja bem isto. Eu estou é angustiado, talvez decepcionado, tenho me sentido assim. Porisso não estou trepando. O mundo tem me pregado peças, mas não me surpreendido, só que o corpo está sentindo junto com a alma. Meus valores têm sido contestados. A dignidade e o trabalho, parecem que não fazem mais parte do jogo de homens como eu. O confronto às vezes magoa. E a indiferença torna iníquo o carinho já vertido. Busco nas minhas entranhas uma razão para tanta babaquice. Sou daqueles que pensa que todo trabalho é digno e que enaltece. Penso que a inércia é traiçoeira e confusa. Sei também que a boa alma caminha cuidadosa, branda de ternura vai descansar...sua consciência tranquila adormece. Sei tambem que bons amigos vertem no verde e apalpam tuas nádegas para te dar a direção do norte onde você deve chegar. É você quem vai...?
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Indenização para consumidora que encontrou preservativo em extrato de tomate
27/07/2011
Caso
A autora da ação narrou que depois do almoço foi retirar da lata o que havia sobrado do extrato de tomate da marca Elefante. Percebeu um pouco de mofo na lata e mexeu mais um pouco no conteúdo, quando encontrou um preservativo masculino enrolado no meio do molho. Ela afirmou ter usado um pouco do extrato para o preparo de almôndegas e que após a localização do objeto, ela e a família se sentiram nauseados, inclusive com vômitos.
Indignada com o ocorrido, ela procurou o fabricante. Através de ligação telefônica, a empresa disse que iria substituir a lata por outra e que a consumidora procurasse os seus direitos.
A autora levou o produto até a sede da Univates, em Lajeado, para análise. Com o laudo em mãos, a autora ingressou na Justiça postulando indenização pelos danos extrapatrimoniais sofridos com a ingestão do produto.
Sentença
O processo foi julgado pelo Juiz de Direito João Gilberto Marroni Vitola, da 2ª Vara Cível da Comarca de Lajeado.
Na sentença, o laudo pericial apontou que a camisinha encontrada dentro da lata de extrato de tomate estava com a ponta amarelada.
A empresa alegou que todo o processo de produção e embalagem do produto referido é automatizado, não havendo contato humano.
No entanto, o Juiz João Gilberto Marroni Vitola descreve na sentença que a empresa não negou a existência de profissionais que acompanham o processo e que podem intervir a qualquer momento em razão de algum descontrole no programado.
Desta forma, o magistrado ressalta os danos morais causados à autora são evidentes, à medida que passou por momento de profundo desgosto, inclusive tendo sido afetado o restante da família após a refeição e diante da cena grotesca enfrentada.
Foi determinada uma indenização por danos morais no valor de R$ 10 mil, corrigidos monetariamente pelo IGP-M e acrescidos de juros de 1% ao mês.
Houve recurso da decisão por parte da empresa.
Apelação
Na 9ª Câmara Cível do TJRS, a Desembargadora relatora Marilene Bonzanini confirmou a sentença do Juízo do 1º Grau. Segundo a magistrada, houve evidente acidente de consumo por fato do produto. O ato é ilícito passível de responsabilização, conforme o artigo 12 do Código de Defesa do Consumidor.
Ainda, segundo a decisão, o consumidor sempre espera, ao adquirir um alimento, que este esteja apto ao consumo, fato que apenas justifica a máxima de que o produto é defeituoso, quando não oferece a segurança que dele legitimamente se espera.
O sentimento de insegurança, repugnância e o nojo experimentados pela autora da ação certamente geraram os danos morais alegados, o que se conclui pelo mero conhecimento da cultura de nosso povo – não se acredita que qualquer pessoa não se sinta repugnada ao encontrar um preservativo, supostamente usado, em produto alimentício utilizado no preparo de refeição para a família, afirmou a Desembargadora Marilene Bonzanini.
Foi confirmada a indenização no valor de R$ 10 mil pelos danos morais sofridos.
Fonte: Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul
27/07/2011
Caso
A autora da ação narrou que depois do almoço foi retirar da lata o que havia sobrado do extrato de tomate da marca Elefante. Percebeu um pouco de mofo na lata e mexeu mais um pouco no conteúdo, quando encontrou um preservativo masculino enrolado no meio do molho. Ela afirmou ter usado um pouco do extrato para o preparo de almôndegas e que após a localização do objeto, ela e a família se sentiram nauseados, inclusive com vômitos.
Indignada com o ocorrido, ela procurou o fabricante. Através de ligação telefônica, a empresa disse que iria substituir a lata por outra e que a consumidora procurasse os seus direitos.
A autora levou o produto até a sede da Univates, em Lajeado, para análise. Com o laudo em mãos, a autora ingressou na Justiça postulando indenização pelos danos extrapatrimoniais sofridos com a ingestão do produto.
Sentença
O processo foi julgado pelo Juiz de Direito João Gilberto Marroni Vitola, da 2ª Vara Cível da Comarca de Lajeado.
Na sentença, o laudo pericial apontou que a camisinha encontrada dentro da lata de extrato de tomate estava com a ponta amarelada.
A empresa alegou que todo o processo de produção e embalagem do produto referido é automatizado, não havendo contato humano.
No entanto, o Juiz João Gilberto Marroni Vitola descreve na sentença que a empresa não negou a existência de profissionais que acompanham o processo e que podem intervir a qualquer momento em razão de algum descontrole no programado.
Desta forma, o magistrado ressalta os danos morais causados à autora são evidentes, à medida que passou por momento de profundo desgosto, inclusive tendo sido afetado o restante da família após a refeição e diante da cena grotesca enfrentada.
Foi determinada uma indenização por danos morais no valor de R$ 10 mil, corrigidos monetariamente pelo IGP-M e acrescidos de juros de 1% ao mês.
Houve recurso da decisão por parte da empresa.
Apelação
Na 9ª Câmara Cível do TJRS, a Desembargadora relatora Marilene Bonzanini confirmou a sentença do Juízo do 1º Grau. Segundo a magistrada, houve evidente acidente de consumo por fato do produto. O ato é ilícito passível de responsabilização, conforme o artigo 12 do Código de Defesa do Consumidor.
Ainda, segundo a decisão, o consumidor sempre espera, ao adquirir um alimento, que este esteja apto ao consumo, fato que apenas justifica a máxima de que o produto é defeituoso, quando não oferece a segurança que dele legitimamente se espera.
O sentimento de insegurança, repugnância e o nojo experimentados pela autora da ação certamente geraram os danos morais alegados, o que se conclui pelo mero conhecimento da cultura de nosso povo – não se acredita que qualquer pessoa não se sinta repugnada ao encontrar um preservativo, supostamente usado, em produto alimentício utilizado no preparo de refeição para a família, afirmou a Desembargadora Marilene Bonzanini.
Foi confirmada a indenização no valor de R$ 10 mil pelos danos morais sofridos.
Fonte: Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul
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