Já faz tempo que aqui não me sento. Não sei se falta tesão, reflexão ou paixão. Esse bloguinho me foi tão companheiro. Ouviu,leu e escreveu minhas doces e amargas palavras, minhas doces e amargas aventuras, foi ao tempo comigo, enxugou minhas lágrimas e animou o meu prazer. Verdade! É só olhar para trás, páginas antigas que ainda reverberam sons que não mais esquecerei. Lembro de tudo que escrevi, do que gostei e do não gostei, do que postei e do que não devia ter postado, mas postei.
Os poucos que leram comentaram. Nao ouvi opiniões. Nenhum sim e nenhum não. Mas porra, os caras me conhecem, poderiam ter dito alguma coisa do tipo: "tava arriado aquele dia heim mano veio". Tá jogando a toalha? Ou ainda, tá comendo bem heim, tá até fazendo poesia...Mas penso que não entenderam alguns dramas ali colocados e que têm feito parte da minha vida inconstante.
Mal termino estas frases e recebo uma mensagem de quem sei que gosta de mim, dizendo: conversei com voce ao celular e percebi que você não estava bem, é verdade? Outra pessoa que também sei que gosta de mim, ligou-me para saber se eu estava bem, pois haviamos conversado um pouco antes e ela disse que percebera uma certa distonia entre eu de ontem e eu de hoje.
De fato meus tons estão diferentes, mais amargos, incompreendidos, esmaecidos. Minha frequência está mais alta, meus chacras desequilibrados, minha pressão está alta e alta, minha cabeça pendente para dentro do cérebro, nem chego a pensar em sexo, sequer em seu cheiro. Mas quando estou comigo estou bem, sou companheiro e me entendo. Duas rodadas de terapia me farão bem pra saber que caminho tomar, já conversei com meu médico, pra variar mais remédios, e algumas bombas de demolição, amostra grátis...saiam da frente.
Não fume, beba pouco, durma cedo, só faltou dizer não trepe! E se ele tivesse dito? Qual seria minha reação? Meus Deus! Não trepar? Deve ser um martírio virginal. Se um cara não trepa o que mais tem ele pra fazer na vida? Já sei. Comprar um Lap Top, que nem eu e ficar escrevendo essas baboseiras. Claro é a luz que brilha durante o dia...veja bem isto. Eu estou é angustiado, talvez decepcionado, tenho me sentido assim. Porisso não estou trepando. O mundo tem me pregado peças, mas não me surpreendido, só que o corpo está sentindo junto com a alma. Meus valores têm sido contestados. A dignidade e o trabalho, parecem que não fazem mais parte do jogo de homens como eu. O confronto às vezes magoa. E a indiferença torna iníquo o carinho já vertido. Busco nas minhas entranhas uma razão para tanta babaquice. Sou daqueles que pensa que todo trabalho é digno e que enaltece. Penso que a inércia é traiçoeira e confusa. Sei também que a boa alma caminha cuidadosa, branda de ternura vai descansar...sua consciência tranquila adormece. Sei tambem que bons amigos vertem no verde e apalpam tuas nádegas para te dar a direção do norte onde você deve chegar. É você quem vai...?
terça-feira, 15 de novembro de 2011
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Indenização para consumidora que encontrou preservativo em extrato de tomate
27/07/2011
Caso
A autora da ação narrou que depois do almoço foi retirar da lata o que havia sobrado do extrato de tomate da marca Elefante. Percebeu um pouco de mofo na lata e mexeu mais um pouco no conteúdo, quando encontrou um preservativo masculino enrolado no meio do molho. Ela afirmou ter usado um pouco do extrato para o preparo de almôndegas e que após a localização do objeto, ela e a família se sentiram nauseados, inclusive com vômitos.
Indignada com o ocorrido, ela procurou o fabricante. Através de ligação telefônica, a empresa disse que iria substituir a lata por outra e que a consumidora procurasse os seus direitos.
A autora levou o produto até a sede da Univates, em Lajeado, para análise. Com o laudo em mãos, a autora ingressou na Justiça postulando indenização pelos danos extrapatrimoniais sofridos com a ingestão do produto.
Sentença
O processo foi julgado pelo Juiz de Direito João Gilberto Marroni Vitola, da 2ª Vara Cível da Comarca de Lajeado.
Na sentença, o laudo pericial apontou que a camisinha encontrada dentro da lata de extrato de tomate estava com a ponta amarelada.
A empresa alegou que todo o processo de produção e embalagem do produto referido é automatizado, não havendo contato humano.
No entanto, o Juiz João Gilberto Marroni Vitola descreve na sentença que a empresa não negou a existência de profissionais que acompanham o processo e que podem intervir a qualquer momento em razão de algum descontrole no programado.
Desta forma, o magistrado ressalta os danos morais causados à autora são evidentes, à medida que passou por momento de profundo desgosto, inclusive tendo sido afetado o restante da família após a refeição e diante da cena grotesca enfrentada.
Foi determinada uma indenização por danos morais no valor de R$ 10 mil, corrigidos monetariamente pelo IGP-M e acrescidos de juros de 1% ao mês.
Houve recurso da decisão por parte da empresa.
Apelação
Na 9ª Câmara Cível do TJRS, a Desembargadora relatora Marilene Bonzanini confirmou a sentença do Juízo do 1º Grau. Segundo a magistrada, houve evidente acidente de consumo por fato do produto. O ato é ilícito passível de responsabilização, conforme o artigo 12 do Código de Defesa do Consumidor.
Ainda, segundo a decisão, o consumidor sempre espera, ao adquirir um alimento, que este esteja apto ao consumo, fato que apenas justifica a máxima de que o produto é defeituoso, quando não oferece a segurança que dele legitimamente se espera.
O sentimento de insegurança, repugnância e o nojo experimentados pela autora da ação certamente geraram os danos morais alegados, o que se conclui pelo mero conhecimento da cultura de nosso povo – não se acredita que qualquer pessoa não se sinta repugnada ao encontrar um preservativo, supostamente usado, em produto alimentício utilizado no preparo de refeição para a família, afirmou a Desembargadora Marilene Bonzanini.
Foi confirmada a indenização no valor de R$ 10 mil pelos danos morais sofridos.
Fonte: Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul
27/07/2011
Caso
A autora da ação narrou que depois do almoço foi retirar da lata o que havia sobrado do extrato de tomate da marca Elefante. Percebeu um pouco de mofo na lata e mexeu mais um pouco no conteúdo, quando encontrou um preservativo masculino enrolado no meio do molho. Ela afirmou ter usado um pouco do extrato para o preparo de almôndegas e que após a localização do objeto, ela e a família se sentiram nauseados, inclusive com vômitos.
Indignada com o ocorrido, ela procurou o fabricante. Através de ligação telefônica, a empresa disse que iria substituir a lata por outra e que a consumidora procurasse os seus direitos.
A autora levou o produto até a sede da Univates, em Lajeado, para análise. Com o laudo em mãos, a autora ingressou na Justiça postulando indenização pelos danos extrapatrimoniais sofridos com a ingestão do produto.
Sentença
O processo foi julgado pelo Juiz de Direito João Gilberto Marroni Vitola, da 2ª Vara Cível da Comarca de Lajeado.
Na sentença, o laudo pericial apontou que a camisinha encontrada dentro da lata de extrato de tomate estava com a ponta amarelada.
A empresa alegou que todo o processo de produção e embalagem do produto referido é automatizado, não havendo contato humano.
No entanto, o Juiz João Gilberto Marroni Vitola descreve na sentença que a empresa não negou a existência de profissionais que acompanham o processo e que podem intervir a qualquer momento em razão de algum descontrole no programado.
Desta forma, o magistrado ressalta os danos morais causados à autora são evidentes, à medida que passou por momento de profundo desgosto, inclusive tendo sido afetado o restante da família após a refeição e diante da cena grotesca enfrentada.
Foi determinada uma indenização por danos morais no valor de R$ 10 mil, corrigidos monetariamente pelo IGP-M e acrescidos de juros de 1% ao mês.
Houve recurso da decisão por parte da empresa.
Apelação
Na 9ª Câmara Cível do TJRS, a Desembargadora relatora Marilene Bonzanini confirmou a sentença do Juízo do 1º Grau. Segundo a magistrada, houve evidente acidente de consumo por fato do produto. O ato é ilícito passível de responsabilização, conforme o artigo 12 do Código de Defesa do Consumidor.
Ainda, segundo a decisão, o consumidor sempre espera, ao adquirir um alimento, que este esteja apto ao consumo, fato que apenas justifica a máxima de que o produto é defeituoso, quando não oferece a segurança que dele legitimamente se espera.
O sentimento de insegurança, repugnância e o nojo experimentados pela autora da ação certamente geraram os danos morais alegados, o que se conclui pelo mero conhecimento da cultura de nosso povo – não se acredita que qualquer pessoa não se sinta repugnada ao encontrar um preservativo, supostamente usado, em produto alimentício utilizado no preparo de refeição para a família, afirmou a Desembargadora Marilene Bonzanini.
Foi confirmada a indenização no valor de R$ 10 mil pelos danos morais sofridos.
Fonte: Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul
sábado, 20 de agosto de 2011
É o avesso.
Com quem era o trato?
Tudo é um engano;
Ledo engano..
Ouviu dizer?
E daí?
Não acredita?
E o teu fantasma?
Está na ópera?
Sugiro, apenas, que veja ao teu redor.
São homens, mulheres, crianças e animais.
É a vida!
Plantas, pássaros e computadores. É a vida.
Erros, suspiros, devaneios e mentiras. É a vida.
Volito entre o céu e o inferno.
O bom e o Mau...aprendendo e apreendendo;
É a vida!
Se não, por que morrer?
Com quem era o trato?
Tudo é um engano;
Ledo engano..
Ouviu dizer?
E daí?
Não acredita?
E o teu fantasma?
Está na ópera?
Sugiro, apenas, que veja ao teu redor.
São homens, mulheres, crianças e animais.
É a vida!
Plantas, pássaros e computadores. É a vida.
Erros, suspiros, devaneios e mentiras. É a vida.
Volito entre o céu e o inferno.
O bom e o Mau...aprendendo e apreendendo;
É a vida!
Se não, por que morrer?
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
COISA GOZADA A VIDA.
Muitas vezes você entrega o ouro para o bandido apenas por desconfiar...
Muitas vezes você perde um grande amor apenas por desconfiar...
Muitas vezes você reza para o santo errado...apenas por desconfiar...
Muitas vezes voce cola da prova do vizinho apenas por desconfiar...
Muitas vezes você rema contra a maré apenas por desconfiar...
Muitas vezes você perde um grande amor por acreditar em seres invisíveis...
Muitas vezes você chuta o balde por ouvir dizer...
Muitas vezes você perde um grande amor por não acreditar que o mereça...
Muitas você dá voltas ao redor de si mesmo para não sair do lugar...
Muitas vezes você perde um grande amor porque acredita no que nao deve..
Muitas vezes você perde uma vida inteira por não acreditar em você mesmo(a).
Muitas vezes você entrega o ouro para o bandido apenas por desconfiar...
Muitas vezes você perde um grande amor apenas por desconfiar...
Muitas vezes você reza para o santo errado...apenas por desconfiar...
Muitas vezes voce cola da prova do vizinho apenas por desconfiar...
Muitas vezes você rema contra a maré apenas por desconfiar...
Muitas vezes você perde um grande amor por acreditar em seres invisíveis...
Muitas vezes você chuta o balde por ouvir dizer...
Muitas vezes você perde um grande amor por não acreditar que o mereça...
Muitas você dá voltas ao redor de si mesmo para não sair do lugar...
Muitas vezes você perde um grande amor porque acredita no que nao deve..
Muitas vezes você perde uma vida inteira por não acreditar em você mesmo(a).
terça-feira, 16 de agosto de 2011
ASSENTAMENTOS PARA A VIDA
Sento-me à frente da tela fria deste computador, tentando escrever para esclarecer fatos e acontecimentos que não consigo entender.
Busco algumas respostas para perguntas que não existem. Será loucura?
Em um viés amorfo do que seria um relacionamento, existem prismas que eu não havia observado...
Será loucura?
Onde estão as palavras para dizer que não errei?
Por que devo sofrer o que não mereço? Será loucura?
Devo desistir do que sei que não perdi? Mas a teimosia teima...fere...macula e te faz mais rocha.
Existem espíritos no ar que te digam errou? Não. Será loucura?
Você veste tuas crenças de certeza, mas sei, agora, que são vazias. Será loucura?
Na minha solidão compreendi que nada do que se apregoou existe. São meras sutilezas de adivinhação, que com a reprovação me provou. Lamento, mas a vivência me ensinou. Será loucura?
Mas se quiseres prosseguir nela, siga sozinha!
Erros são para serem consertados, pois neles prosseguir é ignorância. Isso não é loucura.
O Ser maior não te engana. Ele ensina, cobra e te faz aproximar cada vez mais Dele! Não te deixa navegar na descrença, nem ficar a mercê dos menores. Teus deuses te enganaram! Será, ou não LOUCURA!
Sei que perdas são necessárias, estou aprendendo, você sabe! Duas, enormes, em apenas uma semana. Mas o tempo passa e as coisas se amenizam. Mas, mesmo assim, lamento.
Sei que não sou o melhor, talvez por isso, e quem sabe até tarde demais, vc tenha notado e decidido.
Diria você: é a “roda de sansara!”. Será loucura?
Mas eu sei que não é. Não estou me atrevendo a dizer que sei de tudo, nem o que pensam os que decidem contrariamente a mim. São certamente as minhas defesas que me fazem pensar assim...E assim prefiro. Não é loucura.
Meu caminho perene da verdade continua, pois assim meus pais me ensinaram. Apenas lamento, enquanto lembro o quanto foi bom. Não foi loucura. Ou...
Sento-me à frente da tela fria deste computador, tentando escrever para esclarecer fatos e acontecimentos que não consigo entender.
Busco algumas respostas para perguntas que não existem. Será loucura?
Em um viés amorfo do que seria um relacionamento, existem prismas que eu não havia observado...
Será loucura?
Onde estão as palavras para dizer que não errei?
Por que devo sofrer o que não mereço? Será loucura?
Devo desistir do que sei que não perdi? Mas a teimosia teima...fere...macula e te faz mais rocha.
Existem espíritos no ar que te digam errou? Não. Será loucura?
Você veste tuas crenças de certeza, mas sei, agora, que são vazias. Será loucura?
Na minha solidão compreendi que nada do que se apregoou existe. São meras sutilezas de adivinhação, que com a reprovação me provou. Lamento, mas a vivência me ensinou. Será loucura?
Mas se quiseres prosseguir nela, siga sozinha!
Erros são para serem consertados, pois neles prosseguir é ignorância. Isso não é loucura.
O Ser maior não te engana. Ele ensina, cobra e te faz aproximar cada vez mais Dele! Não te deixa navegar na descrença, nem ficar a mercê dos menores. Teus deuses te enganaram! Será, ou não LOUCURA!
Sei que perdas são necessárias, estou aprendendo, você sabe! Duas, enormes, em apenas uma semana. Mas o tempo passa e as coisas se amenizam. Mas, mesmo assim, lamento.
Sei que não sou o melhor, talvez por isso, e quem sabe até tarde demais, vc tenha notado e decidido.
Diria você: é a “roda de sansara!”. Será loucura?
Mas eu sei que não é. Não estou me atrevendo a dizer que sei de tudo, nem o que pensam os que decidem contrariamente a mim. São certamente as minhas defesas que me fazem pensar assim...E assim prefiro. Não é loucura.
Meu caminho perene da verdade continua, pois assim meus pais me ensinaram. Apenas lamento, enquanto lembro o quanto foi bom. Não foi loucura. Ou...
terça-feira, 5 de julho de 2011
PÉROLAS DO FUTEBOL BRASILEIRO - SÃO VELHAS MAS SÃO ÓTIMAS
Chegarei de surpresa dia 15, às duas da tarde, vôo 619 da VARIG.' (Mengálvio, ex-meia do Santos, em telegrama à família quando em excursão à Europa)
'Tanto na minha vida futebolística quanto com a minha vida ser humana.'
(Nunes, ex-atacante do Flamengo, em uma entrevista antes do jogo de despedida do Zico)
'Que interessante, aqui no Japão só tem carro importado.'
(Jardel, ex-atacante do Grêmio)
'As pessoas querem que o Brasil vença e ganhe.'
(Dunga, em entrevista ao programa Terceiro Tempo)
'Eu, o Paulo Nunes e o Dinho vamos fazer uma dupla sertaneja.'
(Jardel, ex-atacante do Grêmio)
'O novo apelido do Aloísio é CB, Sangue Bom.'
(Souza, meio-campo do São Paulo, em uma entrevista ao Jogo Duro)
'A partir de agora o meu coração só tem uma cor: vermelho e preto.'
(Jogador Fabão, assim que chegou no Flamengo)
'Eu peguei a bola no meio de campo e fui fondo, fui fondo, fui fondo e chutei pro gol.'
(Jardel, ex- jogador do Grêmio, ao relatar ao repórter o gol que tinha feito)
'A bola ia indo, indo, indo... e iu!'
(Nunes, jogador do Flamengo da década de 80)
'Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Cristo nasceu.'
(Claudiomiro, ex-meia do Inter de Porto Alegre, ao chegar em Belém do Pará para disputar uma partida contra o Paysandu, pelo Brasileirão de 72)
'Nem que eu tivesse dois pulmões eu alcançava essa bola.'
(Bradock, amigo de Romário, reclamando de um passe longo)
'No México que é bom. Lá a gente recebe semanalmente de 15 em 15 dias.'
(Ferreira, ex-ponta esquerda do Santos)
'Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe.'
(Jardel, ex-atacante do Grêmio e da Seleção)
'O meu clube estava a beira do precipício, mas tomou a decisão correta, deu um passo a frente...'
(João Pinto, jogador do Benfica de Portugal)
'Na Bahia é todo mundo muito simpático. É um povo muito hospitalar.'
(Zanata, baiano, ex-lateral do Fluminense, ao comentar sobre a hospitalidade do povo baiano)
'Jogador tem que ser completo como o pato, que é um bicho aquático e gramático.'
(Vicente Matheus, eterno presidente do Corinthians)
'O difícil, como vocês sabem, não é fácil.'
(Vicente Matheus)
'Haja o que hajar, o Corinthians vai ser campeão.'
(Vicente Matheus)
'O Sócrates é invendável, inegociável e imprestável.'
(Vicente Matheus, ao recusar a oferta dos franceses)
'Tanto na minha vida futebolística quanto com a minha vida ser humana.'
(Nunes, ex-atacante do Flamengo, em uma entrevista antes do jogo de despedida do Zico)
'Que interessante, aqui no Japão só tem carro importado.'
(Jardel, ex-atacante do Grêmio)
'As pessoas querem que o Brasil vença e ganhe.'
(Dunga, em entrevista ao programa Terceiro Tempo)
'Eu, o Paulo Nunes e o Dinho vamos fazer uma dupla sertaneja.'
(Jardel, ex-atacante do Grêmio)
'O novo apelido do Aloísio é CB, Sangue Bom.'
(Souza, meio-campo do São Paulo, em uma entrevista ao Jogo Duro)
'A partir de agora o meu coração só tem uma cor: vermelho e preto.'
(Jogador Fabão, assim que chegou no Flamengo)
'Eu peguei a bola no meio de campo e fui fondo, fui fondo, fui fondo e chutei pro gol.'
(Jardel, ex- jogador do Grêmio, ao relatar ao repórter o gol que tinha feito)
'A bola ia indo, indo, indo... e iu!'
(Nunes, jogador do Flamengo da década de 80)
'Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Cristo nasceu.'
(Claudiomiro, ex-meia do Inter de Porto Alegre, ao chegar em Belém do Pará para disputar uma partida contra o Paysandu, pelo Brasileirão de 72)
'Nem que eu tivesse dois pulmões eu alcançava essa bola.'
(Bradock, amigo de Romário, reclamando de um passe longo)
'No México que é bom. Lá a gente recebe semanalmente de 15 em 15 dias.'
(Ferreira, ex-ponta esquerda do Santos)
'Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe.'
(Jardel, ex-atacante do Grêmio e da Seleção)
'O meu clube estava a beira do precipício, mas tomou a decisão correta, deu um passo a frente...'
(João Pinto, jogador do Benfica de Portugal)
'Na Bahia é todo mundo muito simpático. É um povo muito hospitalar.'
(Zanata, baiano, ex-lateral do Fluminense, ao comentar sobre a hospitalidade do povo baiano)
'Jogador tem que ser completo como o pato, que é um bicho aquático e gramático.'
(Vicente Matheus, eterno presidente do Corinthians)
'O difícil, como vocês sabem, não é fácil.'
(Vicente Matheus)
'Haja o que hajar, o Corinthians vai ser campeão.'
(Vicente Matheus)
'O Sócrates é invendável, inegociável e imprestável.'
(Vicente Matheus, ao recusar a oferta dos franceses)
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