sexta-feira, 16 de julho de 2010

Olhando pela janela do meu escritório nesta sexta feira chuvosa, depois de ouvir 18 notícias sobre o Bruno - Goleiro do Flamengo, penso e reflito: O que é que estou fazendo aqui????

segunda-feira, 12 de julho de 2010

RECEBI POR E.MAIL E ENDOSSO

Mensagem original------


> De: Anthony Leahy - Instituto Memória Editora

> Para: editor@institutomemoria.com.br

> Assunto: Fidusca...Corinthians Paranaense!

> Enviada: 5 Mai, 2010 17:41


> Prezados; Ontem, após proferir uma palestra no Centro de Letras do Paraná, sobre a Formação da Identidade Curitibana, fui provocado a tomar uma posição mais clara sobre o Corinthians Paranaense (?!?!?). Bem, ao defender a necessidade de cuidar e promover o que é nosso, já deixo claro o que entendo sobre este absurdo. Mas, como não sou uma pessoa de meias verdades ou meias palavras, faço público a minha convicção:

Eu acho um crime contra a identidade paranaense!

 Fincar uma Bandeira tem o significado de marcar território dominado, não é verdade? Colocar a bandeira de São Paulo no escudo de um time que leva o gentílico "paranaense" é declarar-se vencido e dominado. É um retrocesso à 5ª Comarca de São Paulo (falo 5ª pois quando virou 10ª já foi para se tornar província autônoma, mesmo com a mutilação do território).

O nome do time deveria ser 5ª COMARCA DE SÃO PAULO ESPORTE CLUBE.

Um absurdo! Um descaso!

Mais um atentado terrorista contra a nossa identidade, já tão combalida!

Lembremo-nos que identidade se constrói historicamente e se convalida sociologicamente, formando uma memória coletiva, que particulariza e empresta significados à nossa cultura, ao nosso jeito de ser e ver o mundo.

"O que me assusta não é a idiotice de poucos, mas a omissão de muitos"

Idiota na Grécia antiga era quem colocava os seus interesses pessoais à frente dos coletivos.

Ou seja, os interesses comerciais à frente dos interesses do Paraná, enquanto povo e estado.

Lamentável! Nosso pior inimigo somos nós mesmos!

Não vejo culpa e nem tenho nada contra São Paulo, muito pelo contrário, mas sou defensor da diversidade cultural a partir da consolidação das identidades regionais. Isto que presenciamos é um absurdo sob todo e qualquer aspecto. Trata-se de uma intervenção cultural, infelizmente a nosso convite...

Fidusca para eles...

O Paraná que queremos somos nós que fazemos, por ação ou por omissão!

 ---- Anthony Leahy - Editor - Instituto Memória Conselheiro da Academia Brasileira de Arte, Cultura e História - SP Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná e da Academia de Cultura de Curitiba ---- Instituto Memória Editora Ltda. Editora Destaque Nacional - Câmara Brasileira de Cultura Medalha Rui Barbosa pela Academia Brasileira de Arte, Cultura e História Prêmio de Mérito Cultural pela Ordem São Maurízio de Thebas ---- www.institutomemoria.com.br

 ---- INSTITUTO MEMORIA EDITORA E PROJETOS CULTURAIS Anthony Leahy - Editor (41) 3352 3661 - 3352 4515 www.institutomemoria.com.br

> Romeu Huczok

> (41) 8882-3247

> (41) 3324-7335

> www.huczok.com.br

domingo, 11 de julho de 2010

O TRATADO GERAL DO RABO

Fui honrado, pelo autor desta obra (Prof. Marcos H. Camargo) de 109 (cento e nove) páginas, que me entregou os originais da segunda edição, para que pitacos desse (do verbo dar).

Não mereço tanta deferência!

Relembrando velhos tempos irresignados de exílio injusto, não me lembro se em Santiago ou em Paris, só sei que fundamos (Marcos e eu) e ao fundar-mos a nova ordem dos admiradores de rabos, verificamos que nem todos os mortais eram apreciadores dos rabos dos outros, adoravam apenas os seus, ou como na citação apudiana de Marcos, fazendo dele as palavras de Vitton Sartre, (2007, p. 365)

"O rabo do outro é sempre diferente, mas essa diferença garante a do meu próprio rabo" (p.49).

Interessante assertiva, que após investigada e provada cientificamente, não só pelo método Browning mas também pelo método Glock, e de a tempos manifestada nos mais diversos segmentos da sociedade mundial, inclusive pelos "iluminati", o professor, assim, consegue demonstrar a liberdade de expressão enrustida entre as mais diferentes culturas por intermédio do rabo. Enfim, comprova o que Demóstenes afirmara: os povos poderiam se comunicar caudalosamente e livremente pelo rabo!!!

Mas como nem sempre as coisas funcionam como a gente quer...falo depois, não li ainda o trabalho, que parece ser de peso.
AOS "CINCO" SEGUIDORES QUE TENHO OS MEUS RESPEITOS...SABER QUE OS TENHO É O QUE ME ESTIMULA A PROSSEGUIR NESTA EMPREITADA!!!!

HÁ ALGUNS DIAS, DESCOBRI QUE TENHO MAIS UM SEGUIDOR: PEDRINHO "COXA BRANCA"  ALVES DA SILVA .


MEU AMIGO PEDRO É TÃO FANÁTICO PELO COXA QUE ESTAMOS FAZENDO UM ABAIXO ASSINADO EM SEU FAVOR, QUE DEVERÁ SER ENTREGUE EM JUÍZO, ESPECIALMENTE AO DR. OTUG, PARA QUE INTERCEDA EM FAVOR DO INTERESSADO, OBVIAMENTE COM O AVAL DO JOÃO DA CANTINA E DE TODOS OS DEPUTADOS DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO PARANÁ(que sejam sérios e honestos), PARA QUE POSSA REALIZAR UM SONHO ANTIGO:  ALTERAR SEU NOME PARA:

"DOM PEDRO COXA BRANCA ALVES DA SILVA VERDÃO EÔÔÔ".
O medo de amar

:: Elisabeth Cavalcante :

(Um pequeno furto que cometi acessando o site "somos todos um"). Se furtei é porque gostei, se ousei postar no meu blog é porque achei ótimo!!! Parabéns Elisabeth Cavalcante.

Atenção, também para a citação de Osho.


Nada é mais poderoso em nossa vida, como fonte de prazer e felicidade, do que o amor. E não me refiro apenas ao amor entre homem e mulher. Quando nos sentimos amados por nossos pais, nossos irmãos e nossos amigos, somos preenchidos por um sentimento de nutrição interior, de inteireza, como se nada pudesse nos atingir.

Mas, é na esfera afetiva que mais se manifesta o sentimento de que temos um grande valor, por sermos merecedores daquele afeto especial que alguém nos dedicou, ainda que não nos conheça profundamente, a princípio.

De qualquer modo, quando o amor deixa de existir - pelo abandono, a rejeição, ou até mesmo a morte daquele que nos amou-, o vazio deixado por este acontecimento tem um efeito devastador na maioria dos seres humanos.

O medo da perda, de experimentar novamente aquela dor, pode bloquear de maneira definitiva nossa capacidade de nos entregar novamente. É como se tudo de bom que tivéssemos antes vivenciado, se apagasse de repente de nossa memória, ficando apenas a lembrança negativa do sofrimento.

Não é fácil juntar os pedaços depois de perder o amor de alguém. Libertar-se desta prisão em que nos encerramos consciente ou inconscientemente, só se torna possível se mantivermos intacto, apesar de tudo, nosso amor pela vida.

A felicidade só se torna possível para quem acredita firmemente que ela sempre pode ser resgatada, não importam quais sejam as circunstâncias que se apresentem. Este é o único caminho possível para reencontrar o amor.

"A entrega no amor

Eu não sou a favor da obediência como tal - ela é um valor militar - mas sou com certeza a favor da entrega. A entrega é um caso de amor. A obediência é um fenômeno social - o amor é individual. Você ama uma mulher, ama um homem... entregue-se.

E quando você estiver se entregando, lembre-se: a entrega não é à mulher, a entrega não é ao homem: a entrega é ao incorpóreo Deus do amor - os dois estão se entregando ao amor. Assim, não se trata de uma questão de dominação: no amor verdadeiro não há nenhuma dominação, absolutamente.

O homem rendeu-se ao amor, a mulher rendeu-se ao amor - agora o amor penetra seus seres.

O Mestre já está entregue a Deus, o discípulo também se entregou a Deus - agora o amor, ou Deus, permeia seus seres.

Isso não é a obediência comum, ordinária; não tem nada a ver com a obediência que nos contaram, nos ensinaram, nos condicionaram. Trata-se de um fenômeno totalmente diferente, muito misterioso.

Quando duas pessoas se entregam ao amor, e o amor toma posse delas, ninguém é dominador e ninguém é dominado, ninguém está mais elevado do que o outro. Na verdade, nenhum dos dois existe. E então, algo sumamente importante começa a acontecer: Deus começa a acontecer. Então, ambos falam a mesma linguagem, porque eles estão sintonizados - os dois na mesma extensão de onda.

... Deixe o amor tornar-se a sua vida toda. Se você é um filho, deixe o amor se dirigir ao pai; deixe o pai ser o veículo de amor. Se você for um pai, por sua vez, deixe o filho tornar-se o veículo de amor.

Estes são exatamente pretextos para nos entregarmos: filho, pai, marido, esposa, amigo, Mestre - são apenas pretextos. Como não podemos nos entregar a um Deus sem face - ainda não somos capazes disso - então, temos de achar um pretexto, alguma saída.

O Mestre é visível - o discípulo pode render-se ao Mestre. Mas a entrega é na verdade em direção a Deus. Quando o discípulo vê Deus no Mestre, somente então, a entrega acontece.

O homem pode entregar-se à sua amada, mas a entrega é possível somente quando ele viu na amada algo do desconhecido, do misterioso - Deus vem na forma da amada, ou do amado. A entrega é um valor espiritual; a obediência é um valor político.

E tenha cuidado com todas as espécies de políticos."-

Osho, Philosophya Perennis.



Elisabeth Cavalcante é Taróloga, Astróloga,



sábado, 10 de julho de 2010

"DR. OTUG" ESTÁ SORRINDO

NOVAMENTE !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

DESDE O DIA 08 DE JULHO.

JÁ ESTÁ ATÉ CONVERSANDO...SEJA BEM VINDO!
A BOMBA MUNDIAL QUE NINGUÉM QUER VER...


Não conheço o autor do texto.Um amigo me mandou por E. mail e achei interessante, porque antes de mais nada é um alerta para todos os que não são chineses...
A CHINA DO FUTURO.  Luciano Pires
Alguns conhecidos voltaram da China impressionados.

Um determinado produto que o Brasil fabrica um milhão de unidades, uma só fábrica chinesa produz quarenta milhões... A qualidade já é equivalente. E a velocidade de reação é impressionante.Os chineses colocam qualquer produto no mercado em questão de semanas... Com preços que são uma fração dos praticados aqui. Uma das fábricas está de mudança para o interior, pois os salários da região onde está instalada estão altos demais: 100 dólares. Um operário brasileiro equivalente ganha 300 dólares no mínimo. Que acrescidos de impostos e benefícios representam quase 600 dólares. Comparados com os 100 dólares dos chineses, que recebem praticamente zero benefícios... Hora extra? Na China? Esqueça. O pessoal por lá é tão agradecido por ter um emprego, que trabalha horas extras sabendo que nada vai receber...

Essa é a armadilha chinesa.

Que não é uma estratégia comercial, mas de poder.

Os chineses estão tirando proveito da atitude dos marqueteiros ocidentais, que preferem terceirizar a produção e ficar com o que "agrega valor": A marca. Dificilmente você adquire nas grandes redes dos Estados Unidos um produto feito nos Estados Unidos. É tudo "made in China", com rótulo estadunidense. Empresas ganham rios de dinheiro comprando dos chineses por centavos e vendendo por centenas de dólares...

Mesmo ao custo do fechamento de suas fábricas.

É o que chamo de "estratégia preçonhenta".

Enquanto os ocidentais terceirizam as táticas e ganham no curto prazo, a China assimila as táticas para dominar no longo prazo. As grandes potências mercadológicas que fiquem com as marcas, o design... Os chineses ficarão com a produção, desmantelando aos poucos os parques industriais ocidentais.

Em breve, por exemplo, não haverá mais fábricas de tênis pelo mundo... Só na China. Que então aumentará seus preços, produzindo um "choque da manufatura", como foi o do petróleo.

E o mundo perceberá que reerguer suas fábricas terá custo proibitivo. Perceberá que se tornou refém do dragão que ele mesmo alimentou (vale salientar que o mundo Árabe, é como é, graças aos petrodólares). Dragão que aumentará ainda mais os preços, pois quem manda é ele, que tem fábricas, inventários e empregos... Uma inversão de jogo que terá o Impacto de uma bomba atômica... Chinesa. Nesse dia, os executivos "preçonhentos", tristemente, olharão para os esqueletos de suas antigas fábricas,para os técnicos aposentados jogando bocha na esquina, para as sucatas de seus parques fabris desmontados. E lembrarão com saudades do tempo em que ganharam dinheiro comprando baratinho dos chineses e vendendo caro a seus conterrâneos... E então, entristecidos, abrirão suas marmitas e almoçarão suas marcas.

Luciano Pires é diretor de marketing da Dana e profissional de comunicação

!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

"Uma Nação que confia em seus Direitos, em vez de confiar em seus Soldados,

engana-se a si mesma e prepara a sua própria queda."

( Rui Barbosa )